segunda-feira, 21 de julho de 2014

Responda-te a ti mesmo



É com as janelas abertas nesta agradável madrugada que eu abro, também, o meu coração para além da sua materialidade em meu peito que, se pulsa agora, pulsa com mais firmeza. Quantos dias estive fora? Quantas noites longe do ar português que é o ar que corre no meu terceiro país? 
Estive longe dessa casa por mais de uma semana para encontrar-me com a minha casa universal e ir ter com o meu passado, que agora se delineia tão profundamente em minha memória e nas certezas que venho carregando desde o meu retorno à matéria.  
Essa minha viagem ao passado começou em Milão, continuou para a Grécia e foi dar em Roma. Minhas antigas casas, meus antigos redutos, meu quintal da eternidade, meus regaços terrenos, as estradas por onde caminhei. 
Só parti porque o guia havia me dito que em Atenas eu teria uma revelação e, por amar revelações, parti sozinho, tarde da noite de 31 de junho. No dia seguinte desembarquei em Milão, hospedei-me em um hotel simples e quase não me comuniquei com ninguém. Na manhã do dia 2 de julho pensei que fosse interessante cortar o cabelo e lá fui eu explicar como o desejava ao senhor cabelereiro que não entendia uma palavra sequer de inglês. Mas nem foi preciso grandes esforços, pois o meu italiano ressurge do passado tão vivaz quanto minhas outras línguas. Meus amigos sempre elogiam o meu italiano e ficam chocados ao saber que eu nunca frequentei uma aula do idioma. Essa não é uma questão de inteligência, mas de acesso à memória linguística profunda.  
Mais tarde encontrei um amigo italiano que conheci em Portugal durante o intercâmbio acadêmico e por ele fui guiado aos principais monumentos da cidade. Revi o Duomo de Milano, o Castello Sforzesco e, ao cair da noite, paramos para comer algo nas vizinhanças do Arco della Pace. 
No dia 3 desembarquei em Atenas, porém, tive pouco tempo, pois o navio para Mykonos partia logo pela manhã e eu realmente não podia perdê-lo, uma vez que já tinha planejado visitar aquela ilha paradisíaca, muitíssimo frequentada no verão Europeu. Eu estava exausto, pois a rotina de dirigir-se aos aeroportos, passar pelos detectores de metais e depois passar algumas horas sentados dentro dos aviões é realmente cansativa. 
Mas o cansaço foi recompensado com a beleza paradisíaca do mar mediterrâneo e as suas vagas mansas, que o navio ia quebrando violentamente rumo ao arquipélago das Cyclades. Região de aspectos paradoxais, pois a mesma medida em que o mar apresenta-se manso em suas águas, feroz é o vento, principalmente em julho e agosto, por conta do Metelmi. Este vento mereceria uma pausa só para ele, pois é de lavar a alma. 
Conforme o navio se aproximava das ilhas, fazendo suas paradas para desembarcar e embarcar novos passageiros, mais o cansaço ia se afastando de mim e aqueles montes rochosos, as cabras pastando ao longe, sempre observadas por seus pastores, dominavam a minha mente. Aquele foi um crescendo de uma paz que começa no azul do mar e culmina no azul do céu, entrecortados pela casinhas sempre brancas, sinagogas ortodoxas e toda aquela linguagem bucólica que só pode ser apreciada na Grécia. 
Meus dias em Mykonos foram bastante agitados, pois é uma ilha em que predomina o espírito jovem e todos os arranjos que lhe é comum. Fui a algumas festas, assisti o jogo do Brasil contra o Uruguai, conheci turistas do mundo inteiro e ainda tive a oportunidade de conhecer um dançarino brasileiro que fez fama na ilha por conta do seu samba "na ponta do pé". 
De volta a Atenas, na tarde do dia 7 de julho acabei por conhecer um grego que, de bom coração, me convidou para hospedar-me em seu apartamento no centro de Atenas e, com todas as comodidades daquele convite, pude conhecer a boa culinária grega e também lugares em que a elegância e a etiqueta ousam contra a crise que avassala a economia daquele país. O luxo parece tão poderoso que arranca-nos a verdade para debaixo da mesa de forma a podermos comer e beber com finos talheres e cristais, sempre com um sorriso estampado na boca e uns olhos acanhados de quem sente a verdade puxando a vestes lá por baixo, mas não pode deixar de sorrir. Grécia, qual o teu carma? 
Sozinho outra vez, pois o meu anfitrião não pôde me acompanhar, fui explorar a cidade e, logo na saída do apartamento, senti a presença do meu guia dando-me apontamentos sobre o que eu deveria fazer naquele lindo dia que mal começara e o calor já a imperar acima de todas as circunstâncias. Ao contrário da região das Cyclades, em Atenas não venta, porque a civilização em toda a sua portentosa verticalização da vida mandou plantar entre o homem e o vento a grandeza dos edifícios. Atenas é um forno em que se assa os pitas sem grandes aparatos, naturalmente. 
Devidamente aprumado para o sentido que me fora dado pelo guia, cheguei à Acrópole e comprei o bilhete para conhecer todos os sítios arqueológicos, bem como o Museu da Acrópole e o Templo de Zeus. Recebi um desconto significativo por ser estudante universitário e residente da União Europeia, comprei uma garrafa d'água e firmei os passos para a árdua subida até o cimo do monte em que está instalada a Acrópole. 
O caminho que fiz parte da zona sul da Acrópole, passando pelos complexos que incluem o santuário e o teatro de Dionísio Eleutério, onde se vê muitas ruinas, algumas colunas que resistem ao tempo e, talvez o mais interessante, as cadeiras do teatro em que se observa uma curvatura na região em que ficavam as pernas dos espectadores. O que, segundo ouvi de uma guia americana, era uma forma de amplificar o som proveniente dos atores do teatro grego antigo.  
Sem mais delongas continuei a subida e, para o meu desagrado e dos demais turistas, uma das fachadas do Parthenon estava completamente bloqueada por andaimes. No interior do edifício via-se gruas e aparatos utilizados para a revitalização. Não importando, acabei tirando algumas fotos nos templos periféricos ao Parthenon e desci para a Ágora Antiga, que segundo o meu guia, estava praticamente vazia por conta do horário de almoço. 
Renunciando ao meu próprio satisfazer da fome, fiz o caminho de descida para o sítio que abriga a Ágora Antiga e lá pude verificar que, de fato, o sítio estava praticamente vazio, não fosse a presença de alguns funcionários do parque que vigiam a integridade das ruínas e templos. A região da Ágora Antiga é bastante ampla e abriga vastos monumentos, sendo também um ponto para o qual convergiam algumas das principais estradas do mundo grego antigo, das quais se destaca a estrada do Pireu, que conectava a Acrópole ao porto Pireu, de onde atualmente partem os navios e ferries para as ilhas gregas. 
Fiz um giro rápido nas redondezas e em uma das esquinas do Templo de Hefesto dei-me conta do meu guia caminhando sobre o gramado com mais alguns espíritos que pareciam lhe assessorar em alguma coisa. Ele veio até mim e me disse que era para eu descer o caminho à esquerda e esperá-los no sítio de número oito do mapa que eu havia recebido a entrada. Acatei as palavras dele, orientei-me e fui lá ter. 
Durante alguns minutos esperei sentado em um banco de pedra e tudo o que eu via era ruina, pedra sobre pedra e aquilo começou a chamar a minha atenção mais do que o comum. Aos poucos eu não me sentia mais o Flávio, que estava ali visitando de uma forma distanciada, apenas através da apreciação histórica. Um desespero imenso tomou conta de mim e então eu me levantei e coloquei a mão na cabeça. Meu coração estava desesperado e ao olhar para todos os lados e ver só ruína sentia uma opressão, como se eu tivesse perdido algo e não sabia quem me tinha tirado. Até que a voz do guia ressurgiu na minha mente e disse: "O tempo". 
Quando ele voltou a dizer "o tempo", meus olhos testemunharam um fenômeno que nunca tinha me acontecido nesses poucos anos de experiências mediúnicas. Grandes pedaços de mármore e pedras caiam do céu que estava totalmente aberto e azul, reconstruindo ligeiramente as construções, de forma que ao cabo de alguns minutos tinha diante dos meus olhos um templo e uma outra construção ao fundo, os quais o guia chamou de Metrôon e Buleutério. 
Consumido ainda mais pelo sentimento de opressão, o guia ressurgiu em imagem e pediu para eu voltar a me sentar e que dessa vez eu baixasse a cabeça e permitisse ser ejetado do corpo, o que eu achei um tanto desconfortável, pois eu nunca havia me projetado em espaço aberto, ainda mais em um lugar no qual eu estava pela primeira vez. Mas procedi conforme orientado e me projetei sem dificuldades. 
Quando dei por mim fora do corpo, em pleno dia, o sol a pino, senti-me até mais confortável e aquele calor todo deu lugar a uma brisa suave. A rua estava cheia de espíritos de idosos, poucos jovens, todos trajando túnicas de várias cores. "Me acompanha", disse o guia enquanto caminhava para o interior do templo. 
Bem, uma vez dentro do templo pude avistar algumas pessoas vestidas em túnicas brancas e descalças, ouvia-se também um vagido que foi interrompido em um só repente e o guia virando-se para mim disse: "este é que tu foste". Aos poucos, ao aproximar-me mais do altar que fui dando-me conta do que ali estava acontecendo e, para minha surpresa e desgraça, havia sangue escorrendo na pedra, voltei para o corpo. 
Bebi vários goles da água que já estava quente por conta do calor e ouvi o guia me aconselhando para me restabelecer logo e voltar a me projetar pois não havíamos terminado aquele trabalho, ele disse exatamente essa palavra: "trabalho". Dessa vez demorei mais para ejetar-me do corpo e senti influência de outros espíritos me auxiliando na saída. 
Uma vez mais fora do corpo, dei-me conta de que estava no meio de uma assembleia composta, outra vez, somente por anciões. Todos falavam muito alto e ao mesmo tempo, um burburinho que não pude compreender totalmente, pois falavam em grego e só podia compreender algo lá no fundo da mente. Havia uma bancada mais a frente e muitos senhores espalhados por todo o pavilhão, os mais próximos me olhavam atentamente como que esperando de mim alguma palavra e eu não sabia o que dizer. Até que todo o falatório pausou repentinamente e toda a assembleia voltou-se para mim: "Qual é o teu veredicto, o homem morre ou não?". Permaneci parado e... por não ter saída, fugi de volta para o corpo. 
Bebi mais água e olhei para as ruínas totalmente abalado, eu não mais as estranhava, era eu também uma ruína, não de pedra, mas psicológica. "Pronto, terminamos o nosso trabalho. Agora tu podes ir onde bem quiserdes", disse-me a voz do guia, sem a sua presença em imagem. 
Levantei-me e ainda desconcertado evoquei o guia e toda a tentativa foi em vão, pois ele não apareceu e nem deu a graça de sua voz. Foi somente mais tarde, enquanto estava na cama preparando-me para adormecer que eu o ouvi dizer: "E aí, o que tu achas? Tu és o assassino ou a vítima, tu és o juiz ou o julgado? Olha pro fundo do teu ego e responda-te a ti mesmo". 
Adormeci cheio de dúvidas e, no outro dia, peguei o voo para Roma, onde outra vez o meu passado deu por me assombrar...

Hammal Egiphat,
Coimbra, 22.07.2014


Templo de Hefesto;
Parthenon;
Duomo de Milano;
Teatro de Dionísio.



quarta-feira, 25 de junho de 2014

Reduto do futuro


Esta é uma seção que também poderia ser intitulada de REDUTO DAS CRIANÇAS QUE MUDARÃO O MUNDO. Trata-se, a priori, de um apanhado de vídeos e matérias que mostram crianças que atuam em várias áreas do conhecimento e influenciam na mudança de paradigmas na sociedade contemporânea.

Para não rotular essas crianças preferimos não expor nenhuma teoria que objetive enquadrá-las dentro de uma determinada horda, espécie ou taxonomia arbitrária. Nos importa, todavia, a atuação dessas crianças dentro de seus contextos sociais e a pragmática de seus esforços a favor da implantação de novos paradigmas.


Paradigma: Didática



Paradigma: Geoenergia


Paradigma: Mediunidade


Paradigma: Artes plásticas e literatura


Paradigma: Medicina


Paradigma: Música




Meu olho sumiu - relato de Christoffer Klefens


Há algum tempo venho pensando em reunir relatos de experiências paranormais para expor aqui no blog, de forma a deixá-lo mais participativo e aberto à comunidade de sensitivos, contatados e pesquisadores. No entanto, não pude assim proceder antes, pois a permissão dos guias não havia sido dada e, como estou sujeito à uma disciplina rigorosa imposta pelas entidades extraterrestres que me assistem, esperei o tempo de a permissão chegar. A maioria dos relatos arquivados por mim proveem das redes sociais, espaços em que as pessoas se sentem mais a vontade para expor suas experiências e abrir diálogo a respeito.

O leitor observará que em muitos desses relatos há uma certa irregularidade gramatical que é conservada mesmo aqui no blog, pois parece razoável concebermos o relato de forma direta, ou seja, através dos mecanismos linguísticos utilizados pelo relator primeiro, ou seja, o sensitivo ou contatado. Intervir no discurso que veicula parafatos corresponde a desviar a carga de experiências do relator, é como se o ângulo de observação fosse alterado para um terceiro observador. Portanto, quaisquer correções lexicais, sintáticas ou gramaticais é legada à esfera do próprio leitor dentro de sua conduta de interpretação pessoal.

Meu olho sumiu

"Meu olho sumiu... Fui tomar "banho de canequinha" e Meditar... Coloco uma música de cachoeira e pássaros para relaxar, desligo o pensamento e começo a jogar água com a canequinha bem devagar com a mão direita enquanto a esquerda passa sabonete de ervas, quando de repente, ... De olhos fechados fui massagear o rosto, passei a mão no olho direito e cadê ele? Sumiu... Tomo cada susto! Digamos, que somos Espírito em forma de pessoa, mas em 3d, no momento que não senti o olho é porque ele ficou em 2d e uma parte de mim se torna o próprio Universo... Esta é a técnica de Viagem Astral onde nos tornamos o Universo, apenas Energia... Foi sem querer querendo, mas foi, e não foi a primeira vez... Assim que eu alcançar um nível mais alto de Meditação, Alimentação e Evolução vou conseguir Meditar dentro do que chamam de Dimensões, Lugares e do que chamam de Deus... Sou Grato pela habilidade..."

Christoffer Klefens, relato exposto no facebook no dia 21 de junho


segunda-feira, 23 de junho de 2014

Pequenos pedaços de luz!


 As mensagens abaixo variam em número de sentenças e profundidade, constituindo todas, cada uma a seu nível, mensagens que veiculam temas tais como: carma, força mental, deus, causa e efeito, o acaso, desânimo, a beleza da vida, amor, amizade, sonhos, etc. Todas recebidas pela cara amiga virtual Antônia Quintino, residente na cidade de Belém, no estado do Pará.

Antes de permitir-vos o contato com essas mensagens, fui orientado a transcrever estas palavras, provenientes em direto do guia que me assiste tão fervorosamente nessa jornada:

   "A cultura do Universalismo, tão difundida atualmente nos meandros da metafísica têm enfrentado gradativo engessamento. Seja por parte de pesquisadores que querem adquirir credibilidade através da rigidez de conduta, seja por parte de estudiosos que fazem uso dos métodos universalistas para adquirir esclarecimento imediato. O que tem acontecido é que o Universalismo têm sido monopolizado, como se isso fosse possível. Cria-se um cânone para as manifestações aceitáveis e exclui-se aquelas que extrapolam o padrão. E isso faz o Universalismo se desuniversalizar, não mais tem amplitude. Temos notícias de pretensos universalistas que estão a desdizer a religião e o conceito de deus. Mas a verdade que sobra para todos esses monopolistas é que a religião, bem como a fé e seus aspectos subsidiários compõe o Universo visível e o Universo profundo como um todo. Nenhum ser sobre a Terra que se julgue dotado de racionalidade pode dizer que deus não existe, assim como nenhum pode garantir que ele exista, este é um assunto complexo que é alvo de estudo até para as mais evoluídas das consciências. Portanto, o que vale é a energia que se desprende dos conceitos, se deus funciona enquanto agente evolutivo ou despertador de consciências, então nem precisa ser validado por teorias complexas, ou estudos exaustivos. Essa é uma questão que se assemelha ao método de experimentação universalista: é pessoal, vivencial, supranormal, pararrealístico e, acima de tudo, relativo".



MENSAGENS ANTÔNIA QUINTINO


Você pode reprogramar, parcialmente, a meta cármica que lhe foi programada. Primeiro, porque o Carma é um processo aberto a mudanças. E segundo, porque o Carma, também, depende muito de como, a cada momento, nós ...reagimos diante dele; tendo como referencial, obviamente, o livre-arbítrio.



A Força Mental Universal é a maior força do mundo. E aí vem a pergunta: E onde encontrar esta força? Esta força está alojada em sua mente. Isso mesmo! Em sua Mente; que vibra em uníssono com a Mente Universal.



A única Perfeição que existe é DEUS, o Criador. No entanto, não custa, em absolutamente nada, sermos acentuadamente perfeccionistas. Tente buscar um pouco da perfeição divina, também, nas criaturas. Afinal, somos partículas da Divindade!



Cada criatura colhe conforme o plantio de eras pretéritas. Quem, outrora, plantou ódio, discórdia e animosidades, em geral, jamais irá colher o divino fruto da Paz. Necessário se faz, primeiramente, cumprir com a Lei de Causa e Efeito.



O chamado “acaso”, não existe. Tudo, absolutamente tudo nesta Vida, tem um fundamento; uma razão de ser. De maneira alguma, nada ocorre de forma aleatória, ou seja, meramente porque ocorreu. Portanto, mediante a esta realidade, tudo precisa e deve ser analisado pelo prisma “razão de ser”.



Jamais permita que o desânimo domine você. Tão importante quanto vencer o desânimo é, sem sombra de dúvida, você poder alcançar suas metas e propósitos.



Creia, piamente, na eficácia do Poder Mental. Pois, a força da Mente, é um fato irrefutável. Acredite em sua força interior. Crendo em você, por extensão, você está crendo em DEUS.



Na vida há rosas e espinhos. Querer navegar no mar das primeiras sem passar pelo terreno dos segundos, é o mesmo que sonharmos apenas com a nossa felicidade, sem pensarmos, sequer, no infortúnio do próximo.



Que o verdadeiro e sublime Amor esteja sempre presente, em cada alvorecer de sua sublime e preciosa existência! Pois, somente aquele que ama, verdadeiramente, caminha lado a lado com o Divino Mestre.



A Vida é soberanamente bela! No entanto, muitas vezes esta sublime beleza é anulada; seja por infortúnio que nós mesmos nos proporcionamos ou, que nos é proporcionado por terceiros. Procure fazer de sua sublime existência, algo belo e divino. Afinal, você é uma partícula da própria Divindade.



Procure ter pensamentos sábios. Agindo assim, suas ações ou decisões, também, serão sempre sábias. Lembre-se de que, suas atitudes nada mais são do que a expressão exterior de seus pensamentos!



A criatura que divide a sua mente é completamente instável, a bem da verdade. Procure manter una a sua mente! Como assim? Você pergunta. Simplesmente reconheça o Poder Uno e, então, sua mente se moverá como uma unidade.



À medida que você for aprendendo a ter o controle de suas naturezas mental e emocional, você irá se tornando, paulatinamente, um canal para o Divino. E, por extensão, irá libertando o esplêndido que você tem aprisionado e oculto, em seu interior!



O Amor é uma eficaz ligação emocional; irradia-se! Portanto, espalhe Amor e boa vontade; e sabe o que irá acontecer? Todas as emoções negativas, que encontram-se aninhadas em seu subconsciente, irão ser neutralizadas, em toda a sua totalidade.



Quando a tristeza ou, talvez, o desânimo quiser-lhe acompanhar, busque a alegria e a renovação de seu espírito através da mais bela e edificante virtude, para com o seu semelhante; ou seja, a Caridade! Jamais deixe passar a sublime oportunidade de fazer o Bem, a todo aquele que, por ventura, chegar até a sua presença, pedindo o seu auxílio. Lembre-se das sábias e categóricas palavras: “Fora da caridade não há salvação”.



A Amizade, quando plenamente verdadeira, é algo sumamente sublime. Valorize, sabiamente, uma edificante e salutar Amizade. Em outras palavras, preserve a essência divina de um autêntico vínculo de Amizade!



Os sonhos, sem dúvida alguma, fazem parte da vida. Acredite em seus sonhos! Veja, agora, neste exato momento, a concretização daquilo que você almeja realizar. Em outras palavras: procure, desde já, visualizar em sua mente o seu sonho, já, plenamente realizado!



A Felicidade é algo que se encontra dentro de você mesmo. Não tente, nem por um momento sequer, buscar a tão sonhada Felicidade no mundo exterior; simplesmente porque você, em hipótese alguma, irá encontrá-la. A busca pela sua Felicidade, como a de qualquer outra criatura, verifica-se, única e exclusivamente, pelo processo interno. Em síntese: a real e sólida Felicidade, encontra-se no âmago de seu ser!



Não se permita, nunca, a ideia de fracasso, ou algo similar. Porque se você se conhece e, por extensão, conhece o seu opositor; nada a temer. Derrotas não irão cruzar o seu caminho. Muito pelo contrário; a vitória será, sempre, magnífica pra você!



A grandeza de DEUS não se encontra, apenas, na imensidão das grandes Galáxias e nem, única e exclusivamente, na potência das Cordilheiras do Himalaia. Nas coisas simples e belas da vida, também presenciamos a Infinita Grandeza de DEUS. Como por exemplo: no meigo e terno sorriso de uma criança; no sublime espetáculo que é o pôr-do-sol; no singelo desabrochar de uma linda flor; enfim, reverencie a grandeza do Criador, tanto pela maravilha que é o Universo, em si; quanto pela simples pétala de uma rosa!

O respectivo trabalho encontra-se devidamente registrado, junto à Fundação Biblioteca Nacional, no estado do Rio de Janeiro. 

Nº Registro: 343.084  Livro:  631 Folha:  244

Namastê!

Antônia Quintino

Facebook:   Antônia Quintino

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Vislumbrando as linguagens fundamentais


Antes de entrar em contato com o conteúdo deste blog recomenda-se a leitura do artigo Instruções aos visitantes.

De volta ao cronograma das projeções dei-me conta de que este é um trabalho tão importante para mim no que se refere ao potencial inestimável de evolutividade, que realmente não posso me ausentar por tanto tempo sem que haja uma notável alteração no meu comportamento. Nas últimas semanas vinha me sentindo cada vez mais tenso e minha percepção do mundo parecia ainda mais turva, como se o tempo depositasse a cada hora pequenos detritos que me impediam de ver as coisas lucidamente. Há quem venha a considerar isso uma "fraqueza" da minha parte. Porém, não serei eu o meu advogado no que tange à minha carga de experiências projetivas ou de autocontrole. Estou em estágio de evolução, portanto, não sou um ser evoluído que não se deixa tocar pelas energias mundanas. Muito pelo contrário, esse projeto tem me colocado cara a cara com as fraquezas humanas, não aquelas que posso observar nos outros, mas aquelas que estão aqui comigo, neste momento. É um paradoxo todo meu: sou projetado para uma dimensão tão lúcida e depois caio neste corpo inexperiente, 22 anos terrestres ainda. Preciso constantemente de me medicar: meditação, autossugestão, esperança... 

Após nove dias sem projetar-me por ocasião de uma viagem ao Algarve, fui conduzido até a plataforma C1 e passei por uma sessão de limpeza energética para que o corpo energético voltasse a vibrar em  conformidade com o padrão do campo estabelecido pelas equipes que delegam o projeto. 

Mal tinha eu me posto de pé após a sessão de limpeza, todo enérgico e sentindo-me renovado, o guia principal, em cujo macacão lê-se UlHe664/381, informou-me que, aproveitando a oportunidade de eu ainda estar um pouco "atordoado" pelo período de afastamento e também pelas imagens quase oníricas que vislumbrei na região do Algarve, onde há praias e rochedos esculpidos há milhões de anos, eu seria submetido àquilo que eles chamaram de linguagem de fundo heteroprogramada. 

De volta à plataforma C2, na mesma sala em que projetei-me para o universo das formas-pensamento de Veneranda, deitei-me naquela mesma poltrona e, antes de perder a consciência naquela segunda dimensão, ouvi o guia dizer: 

"Hammal, a partir de agora tu vais acessar a linguagem de fundo que programamos para ti. O objetivo é preparar-te para os 100 dias do projeto, que dar-se-á no dia 16 de junho. Linguagem de fundo é um nome técnico que se dá ao mesmo processo onírico que todo ser vivo está sujeito, principalmente quando mergulhados em alguma atmosfera mais densa, tal qual seja a Terra. Diferentemente, desse último tipo de onirismo, o processo pelo qual tu passarás foi programado por nossa equipe para que, no dia 16 de junho tu psicografes o catálogo de assuntos dos quais tratam as nossas cartas codificadas. E, quando essa data chegar tudo fará mais sentido, pois estamos fazendo uso da linguagem de fundo heteroprogramada para dar-te uma demonstração microtópica da linguagem de geração, a matriz de todas as programações..." 

Enquanto o guia falava, minha consciência ia se deslocando, muito lentamente para a esquerda até um momento em que eu pairava sobre umas inscrições confusas que logo tomaram forma e dei-me conta então de que era um catálogo imenso em que se lia: 


Tipos fundamentais de programação (Linguagens Fundamentais) 

Linguagens de recepção: 
Psicografia (consciente ou não) 
Clarividência  
Psicofonia 
Psicometria (tática ou telepática) 
Linguagens de fundo: 
Sonhos (autoprogramados ou heteroprogramados) 
Linguagens de acesso: 
Hipnose (terceirizada ou não) 
Regressão (terceirizada ou não) 
Projeção astral (assistida ou não) 
Meditação (profunda ou superficial) 
Telepatia (monodirecional, bidirecional, bidirecional mútua, pluridirecional, pluridirecional mútua) 
Linguagens de expressão:
            Html, Java, Ruby... (estáticas ou dinâmicas)
            DNA, RNA...
Alfabeto, Blaire... (natural ou artificial) 
Matemática, Física, Química... (númerica, simbólica ou alfanumérica) 
Linguagens de síntese: 
Mitologia (abstrativa, diretiva-condizente, diretiva-divergente) 
História Humana Terráquea (absoluta ou parcial) 
Fábulas (antropomórficas ou zoomórficas) 
Linguagens de interferência de campo: 
Telepatia (monodirecional, bidirecional, bidirecional mútua, pluridirecional, pluridirecional mútua) 
Efeitos físicos (presenciais, presenciais-comensais, telepáticos, telepáticos-comensais) 

Obviamente eu não lembraria desta lista não fosse o auxílio do guia que está sempre ao meu lado enquanto relato minhas experiências. Segundo ele, todas essas linguagens são possíveis de se dominar e toda consciência prescinde deste domínio em vários níveis para que haja sua existência no micro e no macrouniverso ao qual se encerra. A mitologia, por exemplo, é uma linguagem avançada que, para ser dominada, é preciso ter conhecimentos não só dos níveis de verossimilhança que dada comunidade alcança, mas também profundos conhecimentos astronômicos, rmicos e situacionais. Todas essas linguagens se entrecruzam, se alinham, se somam e se fundem a partir da linguagem de geração. Através da combinação e manipulação dessas linguagem se cria outras mais complexas e, quanto menos massiva a dimensão, mais complexas as linguagem, escapando não só ao espectro de luz visível ao ser humano terráqueo, mas ao espectro de processamento cerebral também. 

Por fim, projetei-me para a dimensão programada pela equipe e, enquanto sonhava o sonho que eles prepararam para mim, minhas mãos psicografava.

Hammal Egiphat, Coimbra 14.06.14